Faites de beaux rêves
Sou Jefferson, ou Joe. 21 anos. Quando eu morrer farei sentido.
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Magnífica peripécia

    Christina caminha lenta e sedutora entre minhas pernas com seu extremo traseiro arriba, nós dois na casa silenciosa. Minha cabeça inclinada sustentada pelo queixo e minha mão esquerda, apoiada pelo braço e cotovelo sobre a mesa, pois eu que ofereço minha atenção à distrações além da leitura, porém meus olhos ainda submersos em ondas eletromagnéticas convertidas em palavras complexas de Raymond Williams. Ela, exibida em sua jornada, ultrapassa meus dedões rumo ao lado direito, e o meu pé direito, pregado em sua última ação, como vagões que agem em uma locomotiva, se move brusco em sentido horário, onde meus calcanhares quase se esbarram, um ato fundamentado num propósito pentelho, mas ornamentado de enfado seguido de desespero muscular notabilizado por um choque nervo-tibial. Em retomada, antes de meu pé terminar a reação, Christina instintivamente repuxa suas vértebras lumbares - meu pé para - e salta sucessiva e horrivelmente apavorada numa altura de um metro, e, no mesmo lugar de onde originou o pinote, cai, andando, pacata, ainda sedutora e ilesa. Meus dedos, anelar e mínimo, são empurrados sutilmente pela bochecha. A propulsão: o canto em abertura do meu sorriso besta.


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t h e m e